Sinto muito
Sou Dionísio
Às vezes Nietzsche
Não me olhe com sua lente
E espere que eu me encaixe
Seu racional
Não entende meu passional. Entenda:
Me permito viver no presente
Mas entendo sua mente prisional
Fujo da sua moral
Respeito seu medo de voar
Mas o que sou, em constante mudança,
É sempre o que quero expressar.
João Pedro Santos
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