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Mostrando postagens de maio, 2017

Lágrimas

É saber que a gente chora Sim, também, às vezes Às vezes, quase sempre E, assim, também, não entende                              [Por que agora? Que a vida é cruel demais É tão bonita Sensível à paz Só, às vezes, quando chora                               [Há paz O que nos faz capaz De viver, de ser eficaz É saber externar o suor da alma Quando se esforça, se doa, se ama                               [Demais

Sensibilidade

Fatalmente A mente Abre-se em desejo De ser melhor De Ser maior Que no começo A vida é um sopro, cortejo De muitos após, da morte o beijo Os lábios frios teus Que já não molham mais Nem com toque nenhum De mulher ou de qualquer rapaz O trocadilho Vitalício Entre o desejo, o anseio e o vício Com o desinteresse no dom de estar vivo Sem sentido, é voltar a sentir Alívio. João Pedro Santos

A generalização do indivíduo

O tempo que passo Gastando palavras Assim como ao passo Lento que passo sem escrever Sou artista, não sou ninguém Sou todo mundo que me convém Vou narrar a vida além Dos seus olhos egoístas de vida Da poesia que faço Universal, pessoal geral Pra cada indivíduo Igual, ou desigual Que minhas palavras cortem Na pele, na alma de vocês Da tua vida eu não sei Mas de sentimentos, por esses momentos, também passei. João Pedro Santos