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Mostrando postagens de abril, 2018

Dança

O ardor Dos teus lábios E dedos Que me tocam, desejo... Me levam e trazem Me percorre o corpo Me beija, me morde Nossos corpos se atraem Minhas pernas contraem Meu corpo para Por um segundo Pra se soltar... Não para. Não para. João Pedro Santos

Doença da contemporaneidade

Doentes. Estamos doentes. Enforcados por nossas próprias mentes Nos sentindo insuficientes Não deixem que o mundo Os façam suicidar-se Existe, no mundo, Vida e individualidade Apesar de teimarem em nos fazer coletivo Lembre-se que é único E isso é motivo Pra ser feliz, pra não ser Estar bem e não estar Sorrir e chorar Está tudo bem. Ninguém te ouviu ou viu Nos sacrifícios que se forçou a enfrentar. João Pedro Santos

Poema da realidade

Me disseram Em meio a seus cabelos vermelhos Que se lia para fugir da realidade Pesada já basta a vida Me disseram... E é verdade. Vocês que "não acreditam" no amor Quando vos escrevo, já sei porque fogem.                        covardes João Pedro Santos