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Mostrando postagens de novembro, 2016
Tenho prazo de validade Não que seja vantagem Passam os tempos Não se acrescem vontades Existem os dias bons Tudo é razão pra estar vivo E estar vivo é motivo pra tudo Não como os dias normais Tudo é banal demais Pra ser meta de vida Não quero viver à deriva Só pra suprir os prazeres carnais Nunca fui ninguém a mais. Se é pra fazer diferença Fui um comum rapaz Se é pra durar existência Não sou agora capaz Esse é o penúltimo poema Um tanto infanticídio O último não sei Tô adiando o suicídio João Pedro Santos