Sensibilidade
Feche os olhos...
Respire...
Ignore as estruturas
Deixe que naturalmente o corpo grite...
Um toque, uma língua
Em um único ponto ou dois
Respiração presa ainda
Não existe mais antes, nem depois
Estremecem-se as paredes
Do teu corpo que é casa
E eu sou morador
Deixe ruir, deixe arder em brasa
Ver se contrair e explodir
Sentir o corpo descontrolar
Desmanchar-se em rio...
Te beijo e te toco... Te sinto desaguar
João Pedro Santos
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