Resto

E cá estou, meus amigos
Cá estou eu
Somente o que de mim restou
Amigos meus

Sou calado e tristonho
Em silêncio, como de praxe
Enfrento meus demônios
Ou ignoro, tem quem ache...

Nunca neguei um ombro
Nunca pedi um conforto alheio
Mas vou seguindo sozinho
Por orgulho ou desespero

Não amo ninguém
Não odeio também
Tô adiando meu fim
Pra me amarem, enfim.

João Pedro Santos

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